Marketing Modern Art Museums in Populist Times

Marketing Modern Art Museums in Populist Times



Alfredo Behrens[1]

Draft, August, 2019

Abstract of an academic article to be published in 2020

Building on their libertarian and progressive core, modern art museums can adapt to the new economic and political environment, which is less amiable to elitist offers. This requires that modern art museums better market themselves by offering more tribal products to a wider audience and through a greater diversity of channels. This would enable modern art museums to reach out primarily to current non-visitors, who lack information and prefer more group-oriented and experiential leisure. The move requires museums to bring out a greater diversity of goods and services closer to the people, whether at public spaces, factories or business premises. Museums will need to retrain staff to break with the inherent haughtiness of their custodial stance when communicating with the public. The change in communications should also make better use of social media and the increasingly digital availability of modern art. Social media would also help create tribes around modern art museums, building political and business support for their social mandate. The change would also defuse the contemporary activist distrust of the elite that modern art museums are currently perceived as pegged to. The move would also play into the growing need of big business to enhance their corporate social responsibility profile by diverting to the arts some of the sponsorship currently too concentrated on sports. A richer dialogue with business would also require that modern art museums create products specifically targeted to business, like enhancing the business perception capabilities of its executives through the enjoyment and provocation of modern arts.

Resumo de um artigo a ser publicado em 2020

Os museus de arte moderna podem se adaptar ao novo ambiente econômico e político, mais refratário a oferecimentos elitistas. Isso requer que os museus de arte moderna ofereçam de forma descentralizada novos produtos tribais para um público mais amplo, através de uma maior diversidade de canais. Isso permitiria que os museus de arte moderna alcancem principalmente os que atualmente não visitam os museus porque carecem de informações e preferem um lazer mais experiencial e disfrutado em grupo. Os museus precisarão reciclar os funcionários para romper com a altivez inerente à sua posição de custódios ao se comunicarem com o público. A mudança nos museus também deve fazer melhor uso das mídias sociais e da disponibilidade cada vez maior da arte moderna já digitalizada. As mídias sociais poderiam ajudar a criar tribos em torno de museus de arte moderna, construindo apoio político e empresarial para seu mandato social. A mudança também iria desarmar a desconfiança contemporânea na elite, da qual os museus de arte moderna atualmente fazem parte. A medida também atenderia a crescente necessidade das grandes empresas de melhorarem seu perfil de responsabilidade social corporativa, desviando para as artes algo do patrocínio agora exageradamente focado nos esportes. Um diálogo mais rico com os negócios também exigiria que os museus de arte moderna criassem produtos especificamente voltados para os negócios, como usando a interpretação da arte moderna para desenvolver ainda mais a capacidade de percepção de seus executivos de empresas.

Keywords: modern art museums, organizational change, populism, sponsorship, social media



[1] Alfredo Behrens, holds a Ph.D. by the University of Cambridge and he facilitates corporate training for Harvard Business Publishing. He is also a Member of the Advisory Council to the Global Studies Think Tank at the Universidad de Salamanca, where he lectures at IME on Cross-cultural Leadership. On sabbatical from FIA Business School, São Paulo, his email is [email protected]